O calendário gregoriano tem origem europeia, promulgado no dia 24 de fevereiro de 1582, pelo papa Gregório XIII. E é o calendário oficial de vários países. Ele surgiu em substituição ao calendário juliano.
Devido à sua praticidade, esse calendário é usado no mundo todo para demarcar o ano civil, pois é uma maneira de facilitar o relacionamento entre os países. A unificação do calendário se deu pelo fato de a Europa ter exportado os seus padrões para todas as nações.
O calendário gregoriano surgiu após o papa Gregório XIII reunir uma equipe de especialistas com o objetivo de corrigir o antigo calendário (juliano). A intenção era voltar o equinócio da primavera para 21 de março, e corrigir o erro de dez dias que havia na ocasião.
O grupo reunido elaborou um documento em 1577, o Compendium, que eles enviaram em 1578 para os príncipes e matemáticos, para que eles pudessem dar o seu parecer.
Cinco anos depois, após muitos estudos, a bula papal Inter Gravissimas foi promulgada. Porém, ela continha regras sobre a impressão dos calendários, para que eles permanecessem isentos de erros e de falhas, e se mantivessem íntegros.
Nenhuma gráfica poderia imprimir ou publicar sem a prévia autorização da Santa Igreja Romana o calendário e nem o martirológio, separados ou em conjunto. E também não poderiam tirar qualquer tipo de proveito a partir dele. Dia 15 de outubro foi o primeiro dia do novo calendário.
A mudança para o calendário gregoriano aconteceu no decorrer de mais de três séculos. Os países foram adotando o seu uso aos poucos.
É difícil a gente imaginar como seria a vida sem marcarmos tempo. Nós temos, naturalmente, uma enorme necessidade de marcar o tempo, seja por questões psicológicas, ou por questões práticas. E isso se dá pela observação de algum evento físico que aconteça de tempo em tempo, em um intervalo de tempo que se repete.